Quero uma escola que vá mais para trás dos "programas" científica e abstratamente elaborados e impostos.
Uma escola que compreenda como os saberes são gerados e nascem.
Uma escola em que o saber vá nascendo das perguntas que o corpo faz.
Uma escola em que o ponto de referência não seja o programa oficial a ser cumprido (inutilmente!), mas o corpo da criança que vive, admira, se encanta, se espanta, pergunta, enfia o dedo, prova com a boca, erra, se machuca, brinca.
Uma escola que seja iluminada pelo brilho dos inícios.
Rubem Alves
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
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