sábado, 23 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
desatropelos
a vida atropela mesmo a gente... por isso eu nem me iludo mais tentando tomar muito as rédeas das situações.
um dia você tem dezesseis anos e descobre a divertida sensação de voltar das baladas com um zumbido dentro da cabeça e alguns neurônios a menos, devido ao volume da música que tocava lá.
no outro dia você tem vinte e seis e só vai pra uma balada (a essa altura você nem gosta mais dessa palavra) que toca música alta se for arrastada pelas suas amigas (às vezes elas conseguem te convencer). e aí, quando você reclama, implicante, do lugar, das pessoas, da temperatura e do preço da cerveja, das condições do banheiro, a sua melhor amiga ri da sua cara e grita no seu ouvido, no meio da pista de dança tentando te fazer escutar que, ela sente te informar mas, você virou uma tia... e pior que isso nem te abala, apesar de, no fundo, fazer pensar um pouco em tudo o que mudou em você e no mundo.
de fato você não tem mais paciência para música alta que impessa diálogos normais (a não ser que a música seja boa o suficiente pra te fazer querer dançar, dançar e dançar, sem precisar trocar muitas palavras com suas amigas, o que é bem raro). você simplesmente odeia aquela fumaça perfumada que insistem em usar nas pistas de danças das baladas (você, na verdade, já sente uma certa vergonha de ficar pronunciando essa palavra). enfim, aparentemente você é uma pessoa até que sensata, sei lá...
só sei que a vida atropela a gente num grau que, quando você vê, sente o maior orgulho do mundo de se dar conta que, sim, você virou uma verdadeira tia. e não é por não ter a mesma disposição diante das noitadas. mas é porque, independente disso, agora você é a tia dos filhos das suas amigas, a tia dos amigos da sua filha, a tia dos seus dois lindos sobrinhos "verdadeiros", e a tia de mais dois sobrinhos "verdadeiros" que chegarão em breve, e de uma vez só, pra te deixar ainda mais orgulhosa do fato de ser tia! eu quero é ter mais e mais muitos sobrinhos nessa vida...
um dia você tem dezesseis anos e descobre a divertida sensação de voltar das baladas com um zumbido dentro da cabeça e alguns neurônios a menos, devido ao volume da música que tocava lá.
no outro dia você tem vinte e seis e só vai pra uma balada (a essa altura você nem gosta mais dessa palavra) que toca música alta se for arrastada pelas suas amigas (às vezes elas conseguem te convencer). e aí, quando você reclama, implicante, do lugar, das pessoas, da temperatura e do preço da cerveja, das condições do banheiro, a sua melhor amiga ri da sua cara e grita no seu ouvido, no meio da pista de dança tentando te fazer escutar que, ela sente te informar mas, você virou uma tia... e pior que isso nem te abala, apesar de, no fundo, fazer pensar um pouco em tudo o que mudou em você e no mundo.
de fato você não tem mais paciência para música alta que impessa diálogos normais (a não ser que a música seja boa o suficiente pra te fazer querer dançar, dançar e dançar, sem precisar trocar muitas palavras com suas amigas, o que é bem raro). você simplesmente odeia aquela fumaça perfumada que insistem em usar nas pistas de danças das baladas (você, na verdade, já sente uma certa vergonha de ficar pronunciando essa palavra). enfim, aparentemente você é uma pessoa até que sensata, sei lá...
só sei que a vida atropela a gente num grau que, quando você vê, sente o maior orgulho do mundo de se dar conta que, sim, você virou uma verdadeira tia. e não é por não ter a mesma disposição diante das noitadas. mas é porque, independente disso, agora você é a tia dos filhos das suas amigas, a tia dos amigos da sua filha, a tia dos seus dois lindos sobrinhos "verdadeiros", e a tia de mais dois sobrinhos "verdadeiros" que chegarão em breve, e de uma vez só, pra te deixar ainda mais orgulhosa do fato de ser tia! eu quero é ter mais e mais muitos sobrinhos nessa vida...
domingo, 17 de fevereiro de 2008
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